“Primeiramente,encontre algo que você goste tanto de fazer que não se importaria de fazê-lo sem receber nada por isto; aprenda então a fazê-lo tão bem que as pessoas se sintam felizes em lhe pagar para que o faça.”( Walt Disney)

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quarta-feira, dezembro 28

HISTÓRIA DO PATCHWORK

Existem registros históricos de que o homem faz acolchoados desde que aprendeu a tecer. No século IX a.C., os faraós já usavam roupas com técnicas similares. Existe uma versão de que esta técnica foi levada por comerciantes para o antigo Oriente, depois viajou para a atual Alemanha, até que chegou à Inglaterra no século XI, sendo utilizada para fazer tapetes e túnicas clericais. Mas os primeiros tapetes e acolchoados surgiram somente no século XVI, época de Henrique VIII, e costumavam ser presentes de casamento muito admirados.


As técnicas eram transmitidas pelas mães e avós para suas descendentes, assim surgiram muitas tradições relacionadas a tecidos, cores e desenhos. Uma tradição de meados de 1800 pedia que a moça fizesse doze colchas antes de poder casar, sendo que a última deveria utilizar os blocos Double Wedding Ring (dois anéis de casamento entrelaçados).


Nos Estados Unidos, é um mercado que movimenta mais de dois bilhões de dólares. Encontram-se quilteiras no mundo inteiro, incluindo o Brasil, Japão, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca e muitos outros países. Grandes indústrias têxteis desenvolvem anualmente tecidos especiais para o patchwork, assim como existem revistas, materiais e ferramentas que visam facilitar o trabalho.


Os festivais promovem cada vez mais esta arte, que também pode ser considerada uma excelente diversão. A cor é o elemento que mais chama a atenção numa peça de patchwork. O conhecimento da cor é uma boa base para obter ótimos resultados. Saber combinar as cores e os tons e conseguir uma harmonia entre eles, é um grande passo para quem deseja fazer um bom trabalho em patchwork.


Atualmente o patchwork está presente até nos desfiles internacionais que utilizam estampas que simulam a arte de juntar retalhos.


O patchwork ingressou no Brasil como criações artísticas, fruto de artes manuais de fios e linhas. Acredita-se que os primeiros trabalhos com retalhos foram criados para vestimentas de fantasias e festas religiosas.




Ainda hoje, é muito comum encontrar o patchwork em manifestações artísticas como o carnaval e Festa do Boi Bumbá. Assim a técnica se inseriu no país fazendo parte da cultura brasileira.


Durante o regime militar brasileiro (entre 1964 e 1984), muitos missionários norte-americanos ajudaram a difundir a técnica do patchwork, com uma linha mais européia.


Na decoração, a técnica era associada ao reaproveitamento de panos, mas nos últimos anos, o patchwork progrediu, muitas lojas especializadas em material para produtos feito em patchwork surgiram no país todo.

Hoje o país já produz tecidos próprios para arte. Muito se deve à internet, onde a troca de informações é instantânea e a compra de materiais  apropriada é facilitada.
A criatividade de formas e cores do patchwork brasileiro tomou proporção nacional e internacional, levando o Brasil a destaques em vários concursos.

Fonte: Texto e imagens da internet
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